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23 março 2014

The Essential Ingredient: Doula

Na semana internacional da Doula (2014)...

O segundo de uma série de documentários sobre o papel da Doula durante a gravidez, parto e pós-parto.


The Essential Ingredient: Doula from DONA International on Vimeo.


19 novembro 2013

Carmen Vicente

Partilhando através do Centro Tinkuy.

Carmen Vicente (mulher medicina) acerca do futuro - aqui


Foto de Mauro Roll



11 novembro 2013

Mulheres curadoras


Por Mani Alvarez

Erveiras, raizeiras, benzedeiras, mulheres sábias que por muito tempo andaram sumidas, ou até mesmo escondidas. Hoje retornam com um diploma de pós-graduação nas mãos e um sorriso maroto nos lábios. Seu saber mudou de nome. Chamam de terapia alternativa, medicina vibracional, fitoterapia, práticas complementares…são reconhecidas e respeitadas, tem seus consultórios e fazem palestras.
As mulheres curadoras fazem parte de um antigo arquétipo da humanidade. Em todas as lendas e mitos, quando há alguém doente ou com dores, sempre aparece uma mulher idosa para oferecer um chazinho, fazer uma compressa, dar um conselho sábio. Na verdade, a mulher idosa é um arquétipo da ‘curadora’, também chamada nos mitos de Grande Mãe.
Não tem nada a ver com a idade cronológica, porque esse é um arquétipo comum a todas as mulheres que sentem o chamado para a criatividade, que se interessam por novos conhecimentos e estão sempre a procura de mais crescimento interno. Sua sabedoria é saber que somos “obras em andamento’, apesar do cansaço, dos tombos, das perdas que sofremos… a alma dessas mulheres é mais velha que o tempo, e seu espírito é eternamente jovem.
Talvez seja por isso que, como disse Clarissa Pinkola, toda mulher parece com uma árvore. Nas camadas mais profundas de sua alma ela abriga raízes vitais que puxam a energia das profundezas para cima, para nutrir suas folhas, flores e frutos. Ninguém compreende de onde uma mulher retira tanta força, tanta esperança, tanta vida. Mesmo quando são cortadas, tolhidas, retalhadas, de suas raízes ainda nascem brotos que vão trazer tudo de volta à vida outra vez.
Por isso entendem as mulheres de plantas que curam, dos ciclos da lua, das estações que vão e vem ao longo da roda do sol pelo céu. Elas tem um pacto com essa fonte sábia e misteriosa que é a natureza,. Prova disso é que sempre se encontra mulheres nos bancos das salas de aula, prontas para aprender, para recomeçar, para ampliar sua visão interior. Elas não param de voltar a crescer…
Nunca escrevem tratados sobre o que sabem, mas como sabem coisas! Hoje os cientistas descobrem o que nossas avós já diziam: as plantas têm consciência! Elas são capazes de entender e corresponder ao ambiente à sua volta. Converse com o “dente-de-leão” para ver… comunique-se com as plantas de seu jardim, com seus vasos, com suas ervas e raízes, o segredo é sempre o amor.
Minha mãe dizia que as árvores são passagens para os mundos místicos, e que suas raízes são como antenas que dão acesso aos mundos subterrâneos. Por isso ela mantinha em nossa casa algumas árvores que tinham tratamento especial. Uma delas era chamada de “árvore protetora da família”, e era vista como fonte de cura, de força e energia. Qualquer problema, corríamos para abraçá-la e pedir proteção.
O arquétipo de ‘curadora’ faz parte da essência do feminino, mesmo que seja vivenciado por um homem. Isso está aquém dos rótulos e definições de gênero. Faz parte de conhecimentos ancestrais que foram conservados em nosso inconsciente coletivo.
Perdemos a capacidade de olhar o mundo com encantamento, mas podemos reaprender isso prestando atenção nas lendas e nos mitos que ainda falam de realidades invisíveis que nos rodeiam. Um exemplo? Procure saber mais sobre os seres elementais que povoam os nossos jardins e as fontes de águas… fadas, gnomos, elfos, sílfides, ondinas, salamandras…
As “curadoras’ afirmam que podemos atrair seres encantados para nossos jardins! Como? Plantando flores e plantas que atraiam abelhas e borboletas, gaiolas abertas para passarinhos e bebedouros para beija-flores.
Algumas plantas ‘convidam’ lindas borboletas para seu jardim, como milefólio, lavanda, hortelã silvestre, alecrim, tomilho, verbena, petúnia e outras. Deixe em seu jardim uma área levemente selvagem, sem grama, os seres elementais gostam disso. Convide fadas e elfos para viverem lá.
Lembre-se: onde você colocar sua percepção e sua consciência, a energia vai atrás.
RITUAL PARA CRIAR UM CAMPO DE ENERGIA EM SUA CASA
  • Escolha uma planta para ser a Planta Protetora de sua casa.
  • Batize-a, perguntando-lhe o nome. O nome que vier à sua cabeça é este que ela está lhe falando. Isso é importante, porque você está estabelecendo um primeiro relacionamento com sua planta.
  • Converse com ela, conte-lhe alguma coisa – pode ser um sonho, um desejo ou uma intenção para a energia de sua casa.
  • Todas as vezes que for regar a planta, pense na sua intenção e reforce o seu propósito.
  • Agradeça sempre pela energia que ela está emanando para sua casa. Diga:
    Obrigada, Espírito da minha Planta Protetora, por você estar energizando essa casa. Este simples gesto significa que você confere existência e poder à sua Planta Protetora.


    Fonte

12 setembro 2013

De la maternidad interior

Annick de Souzenelle


La mujer de modo natural, está más ligada que el hombre a los misterios de las profundidades  En el cuerpo mismo de la mujer está inscrita su comunión con los ritmos cósmicos, y hace que ella esté directamente conectada con la vida de las profundidades y la dimensión del misterio.

La mujer más espontáneamente sensible a ello y de manera más natural que el hombre, el cual tiende a escaparse o perderse en lo mental…

Por su constitución, tenga o no consciencia de ello, la mujer está ligada al secreto íntimo del Hombre con mayúscula, es decir a lo humano. Este secreto dimana de la comunión con el mundo del más adentro y de la maternidad interior a la que todos somos llamados.

Este universo femenino que habita tanto al hombre como a la mujer, pero que por naturaleza es más afín con ésta, no puede realizarse plenamente sino al tomar en cuenta el misterio en el corazón del Hombre.

Los valores femeninos entran en resonancia con los arquetipos de lo femenino. Al igual sucede con los valores masculinos a los cuales el hombre se ha vuelto ajeno, en tanto que vive en relaciones de fuerza y de seducción. Prácticamente nadie se ha preocupado de la única relación importante que es la que une el ser a los arquetipos; sólo ésta esclarece y justifica todas las demás relaciones.

Nada debe impedirnos estudiar el movimiento de una revelación de las profundidades femeninas del Hombre. Si hay rebelión, es porque no hemos realizado el descenso en las aguas primordiales que los mitos consideran necesarias para la evolución individual y de la humanidad.

El retorno a la madre debe llevarse imperativamente un día a cabo para crecer interiormente. El retorno al “mar” debe hacerse para “crear lo seco”, es decir la consciencia. El relato bíblico del Diluvio y toda la historia de Noé no nos dicen otra cosa, tal es la ley.

En el camino interior en un momento dado, “deja ya de haber hombre o mujer”. Debemos discernir: hay un mundo de diferencia entre un retorno inconsciente hacia una fusión uterina alienante y el “darse vuelta hacia la madre de las profundidades” para desposar sus riquezas latentes y hacer crecer la consciencia.

La esposa de Adam nunca representó al conjunto de las mujeres, sino al femenino interior de Adam, su femenino “objetivizado”, para que tome consciencia de él. Después de la caída, es cuando Adam le da el nombre de Eva. La situación se torna muy diferente tras la caída. Al querer Adam nombrar a Eva con el nombre de la “Vida”, proyecta, en definitiva, sobre la mujer “exterior” los atributos de esa vida femenina en él, que no ha sabido hacer suyos. Al obrar así, él reduce esa vida, porque la Vida se dice Hayah en hebreo, y Eva Hawah (pronunciado Jawah). La diferencia reside en la sustitución de la Yod (signo del Nombre Divino), por la Vav (signo de un estado animal, estado natural que está en el Hombre, pero que no es el Hombre en su totalidad, y que éste hubiera debido superar. Por lo tanto, en esa designación hay una reducción que atañe al Adam y a su esposa a la vez: la mujer Hawah está reducida a la feminidad biológica, en circunstancias que Ishah era “el otro costado” de Adam, su femenino interior encargado de su maternidad esencial, la que, para el Adam que somos, consiste en parirse a sí mismo, en dar nacimiento al hijo interior, o sea, a un ser realizado.
La razón invocada por el texto para justificar el nombre de Hawah es: “porque ella era la madre de toda vida”. Leído con rigor gramatical, está realmente escrito como sigue “Adam nombra Hawah a su Ishah, porque él era madre de toda vida”. Es Adam quien era madre de toda vida y ya no lo es. Por lo que en el nombre de Eva el Yod de Hayah ha desaparecido, y con él el secreto de la vocación de Adam para llevar a cabo su maternidad interior.

Cada uno guarda ontológicamente esa vocación de maternidad. Es notable, porque en Adam uno ve siempre al hombre frente a la mujer, en el exterior de las cosas. Notable, porque uno suele acercarse a estos textos traducidos primero al griego, luego al tartín y a cada lengua posteriormente, a través del prisma de un mental que los ha deformado. Pero si uno se molesta de escuchar sus armónicos semánticos, leyéndolos a partir del hebreo, se tiene acerca de ellos una visión más clara. La maternidad está realmente inscrita en el nombre de Adam, La primera y última letra del nombre, Aleph y Mem, son las dos letras de la palabra madre. La letra del medioDalet “puerta”: Adam es creado para nacer de sí mismo a sí mismo y pasarpuertas. Él es un mutante. Antes de la caída, Adam era madre en potencia, en el sentido esencial del término, y cada uno de nosotros guarda esa vocación en su profundidad.

Al confesarle a Dios que “la serpiente la sedujo” Ishah constata que se dejo “desposar” por el propio Satán., Y él es ese “nuevo esposo” del que se trata cuando Dios dice: “Hacia tu esposo te llevarán tus deseos y él dominará sobre ti”, pero no hay que interpretarlo como la supremacía del hombre sobre la mujer, sería un contrasentido pues se refiere a Satán.

El nuevo esposo del Hombre en su dimensión Ishah, en las profundidades de su inconsciente, es la fuerza propiamente satánica del haber y del poder, de los objetos de deseo que tratamos de acaparar y sobre los que proyectamos lo absoluto…que sólo debiéramos atribuir al Absoluto. Poder que domina nuestro inconsciente, nos incita a tomar direcciones opuestas a nuestra vocación y, finalmente, nos convierte en esclavos.

Referente a la aparente condenación “En el dolor parirás a tus hijos”, sólo se trata del retorno a la maternidad ontológica, interior. Dios anuncia las consecuencias dolorosas de la elección de Adam y que éste determinó; y de las que, en tanto Ish e Ishah, él es el único responsable. Pero al mismo tiempo, es también el anuncio de un posible retorno a estas normas ontológica.

Urge tener un nuevo enfoque de la Tradición, pues la Tradición no se devela sino en la medida en que somos capaces de vivir su nuevo mensaje.

La verdadera desvalorización de la mujer y de lo que ella representa “el femenino interior, data del Renacimiento. Desde hace cinco siglos, la sobreevaluación del intelecto, de la técnica, de la producción de bienes, de la competencia, etc.., ha relegado los valores femeninos a un segundo plano y, tal vez de manera más grave aún que en las clásicas sociedades patriarcales. Hoy en día pudiera existir una correlación entre una liberación de la mujer en todo el sentido del término, y una toma de consciencia de la interioridad. Pronto esa correlación aparecerá a plena luz, y el movimiento que la lleva como una ola de fondo llegará próximamente a su punto de no-retorno.




Fonte

10 setembro 2013

Poder de la Mujer – Antigua profecía andina


Según una antigua profecía andina llegará el día en que el espíritu femenino se despertará del letargo y luchará para eliminar el odio y la destrucción en la tierra; y dará inicio a un mundo de amor y paz, hermandad y armonía. En su largo camino de aprendizaje la mujer será capaz de encontrar su fuerza de voluntad, su coraje, el conocimiento y la energía necesaria para cambiar el curso de su propia historia, haciendo de cada dolor, de cada soledad, de cada tristeza, un mundo de alegría, de amistad y de plenitud.






¿Cómo se aprende a ser una verdadera mujer?
Estudiando atentamente la naturaleza. Pero antes tiene que conocerte y aceptarte de quién eres en verdad. Tendrá que ser tu misma, si tú misma y nadie más. A menudo construimos nuestra vida recogiendo los pedazos de la existencia de los otros intentando plasmarlos sobre modelos impuestos desde afuera. Con estos trozos vamos tejiendo una manta para cubrirnos delante de los demás. Esto nos vuelve infelices.
La verdadera mujer se descubre en su verdad y sigue su camino plenamente consciente de Sí misma. Son muchas las mujeres que intentan aparecer por aquello que no son y pocas las que toman tiempo en auto indagarse y descubrirse.
La naturaleza te ha donado un cuerpo y un alma en los cuales reside el espíritu. Sólo tú como mujer y ningún otro fuera de ti tiene el derecho de cambiar tu vida. En el momento en que descubras a ti misma te encontrarás en el camino que te transformará en una verdadera mujer.
El arma más potente de una mujer es su energía interior que la protege tanto a ella como a todos los que ama. Es por esta razón que tendrá que aprender a descender a su mundo interno: solamente cuando descubra su verdadera esencia podrá usar toda su energía interior.
La sociedad contemporánea no quiere saber realmente sobre quién es la mujer y busca deformar su carácter desde el nacimiento.

¿Qué aprende una mujer hoy en día de la sociedad?
A falsificarse, a esconder sus verdaderos sentimientos, a cuidar sus propias opiniones, a enmascarar sus pensamientos.
Un hombre cercano a una verdadera mujer se diviniza. Para descubrir los misterios de la divinidad el hombre debe penetrar en el corazón de la mujer porque la Pachamama quiere sólo aquello que la mujer desea. Si la Pachamama es amor, también la mujer lo es. El hombre debe considerar a la mujer como la versión de la naturaleza creadora cuya moral se basa en el respeto por la vida.

Antiguamente para aprender a ser una verdadera mujer era necesario recibir una iniciación. Tenía que entrar sola en el Templo del Puma y permanecer 7 días y 8 noches. Recostada sobre una piedra, conocía y saboreaba la verdadera soledad. La oscuridad más absoluta afrontaba su miedo a lo desconocido e inmersa en el silencio más impenetrable buscaba conocer su verdadera naturaleza. Era una batalla muy difícil. La lucha más dura de sostener no es aquella que se combate con un adversario sino contra sí mismo.
Ahí, donde no percibía el más mínimo ruido, comenzaba a escuchar los sonidos emitidos por su cuerpo: los latidos de su corazón, los sonidos sordos de los pulmones, del hígado, del páncreas, del intestino, del estómago, de los ovarios…Cada órgano entonaba su propia música: sonidos nunca antes escuchados. En aquél retiro absoluto, a través de la meditación, la reflexión y el análisis de toda su vida, la mujer vencía sus propios temores para averiguar quién era verdaderamente y para qué había venido a la tierra.
Aquella que entraba en el Templo del Puma, salía preparada y consciente de su propio poder y su propia fuerza. Pero para poder comenzar su iniciación la mujer debía primero superar una serie de pruebas para mitigar su carácter y por lo tanto aprender, en el Templo, a controlar poco a poco el propio cuerpo y la propia mente. Ahí dentro era asaltada continuamente por dudas y temores: debía aprender a tener fe, porque quien no tiene fe en sí mismo está perdido.
Concentrada sobre sí misma recorría desde el recuerdo todo lo que había hecho desde que había llegado al mundo. Por primera vez en su vida se afrontaba y se juzgaba a sí misma. Encerrada en aquel recinto la mujer debía aprender y atravesar la puerta de la eternidad sin temores. Y si lo quería realmente lograba hacerlo.Todas las mujeres pueden, es solo cuestión de voluntad. Si quieres algo, entonces puedes, basta simplemente que lo desees con todas tus fuerzas.
Pero si tu voluntad es débil y frágil, entonces no lo lograrás. Una vez que hayas comprendido la potencia que reside en tu interior, podrás alzar tu cabeza, mirar con amor y dulzura y accionar al mismo tiempo con serenidad y determinación.
Aquellas que entraban en el Templo del Puma aprendían a tender un puente, era una de las pruebas que tenían que superar.

A través de la mujer el hombre puede alcanzar lo Absoluto, por eso es tan importante para ella direccionar su propia energía. Si logra tender ese puente de energía, el hombre que lo recorrerá sabrá que ella es el camino capaz de conducirlo a la divinidad.
En aquel lugar, templo del tiempo y del espacio, la mujer aprendía a entrar en armonía y en paz consigo misma. La armonía es fundamental para que cada elemento se uniforme a la unidad llamada Ser y la mujer pueda así gozar de la vida con calma, tranquilidad y seguridad.
La mujer que conoce la armonía mantendrá la serenidad también en los momentos más difíciles; sus ojos reflejarán la pureza de su alma y se iluminarán de su belleza interior, aquella que nunca se deteriora.
Una mujer armoniosa gozará de mayor salud y juventud que, compartida con su compañero, alargarán su existencia. Para poder ser iniciada la mujer tiene que volver al útero de la Pachamama y sumergirse en el océano de la vida. Tendrá que entrar en contacto con su propia intimidad y en armonía con los elementos simpáticos: la tierra y el agua. Solo así el espíritu podrá manifestarse. Tendrá que aprender a sobreponerse a las dudas, a los temores, al dolor, a los miedos, a la desesperación, al cansancio, al fastidio, a la frustración, a la desilusión. Mediante aquella prueba sabrá si su cuerpo trabaja en armonía con su mente en la individuación del peligro. Gracias a la preparación recibida aprenderá a ver y a sentir en la oscuridad, a comprender si es el momento de esperar o de accionar y en el momento que sus sentidos le avisen de la existencia del peligro, sabrá afrontarlo recurriendo a su prudencia, a su sabiduría, a su calma y a su serenidad. Y cuando finalmente logre superar cualquier tipo de peligro, entonces aprenderá a viajar en el tiempo y en el espacio.

Existe una profecía según la cual la tierra al comienzo del tercer milenio sufrirá profundos cambios. Llegará el momento en el cual el espíritu femenino se despertará de un letargo de más de cinco siglos para dar origen a un mundo de paz y armonía. La salvación de la humanidad está en manos de la mujer quien tiene que volverse verdadera para poder encontrarse con otras mujeres y unidas salvar la tierra.



Hernán Huarache Mamani : “La profezia della curandera”


Fonte

02 setembro 2013

The spiritual dimension of birth

By Sarah-Jane Steele





“Spiritual birth recognizes that each and every birth is the birth of the Christ child. The birth support person’s job is to do her best to bring both the mother and child through their passage alive and well and to see that the sacrament of birth is kept holy,” writes the great American midwife Ina May Gaskin. When I visited Gaskin’s Farm in Summertown, Tenn., earlier this year it was to further my training as a doula — a birth support person.
My first birth experience after my training with Gaskin was with a woman who had an older child and was preparing for her second. This woman remembered loud noises, and being directed what to do when she had her first birth experience. She recalls being tense all over, which, she says, made labour pains worse. She had a fear of that same experience with her second child. Being mindful of this, I made sure to allow her the space she required as she found her ritual of walking in circles, stepping in only when she needed to be guided physically.
She paused every few steps and we’d rock back and forth together as she hummed and swayed. She was somewhere else right now. A deep and spiritual place, it seemed.
She was completely at one with herself to the point that I knew that even if an intervention needed to happen in her labour, she would stay in this sanctuary she’d stepped into. She continued to hum and rock to the beat of her own internal rhythm.
An intervention wasn’t needed.
This got me thinking … there is something ritual about labouring and something ceremonious in carrying a child from the great unknown into reality.
In her book Spiritual Midwifery, Gaskin posits that if a woman allows herself to enter a spiritual realm in labour, her pain will be felt less, she will reach a new high and she will cross over from one part of her life into a new dimension.
I have to say reading those things before I had a child seemed wildly presumptuous. But, as I attended more and more births as a Doula, I began seeing these crossings more often. There seems to be a marked point in labour where if a woman has enough of a connection to her spirit, she goes inward to an ethereal place.
Almost all religions have some sort of ritual, whether it’s the ceremonial and symbolic drinking of wine, chanting, reciting or singing. It’s that ritual that keeps the follower of a select religion coming back. It represents something meaningful, comforting.
Labour is an intimidating and scary ceremony to step into, but this mother I speak of hummed her baby into the world. When the baby was born she just stared straight ahead, breathing, with a fixed gaze. After what felt like an eternity to me, she just readjusted her eyes and looked at her baby with a smile that took up her whole face. She had come out of her spirit den as it were.
There are instances where the labouring woman can go to a place of divinity. It takes faith, support and the desire to know one’s spirit better. Trust it and let it lead you.

When her labour was over, there she was, back in this world with her newborn child feeling as though she’d rushed toward the centre of her spirit for 12 hours and back again, reborn with a newborn. What a blessing it was to witness.


Fonte:

23 agosto 2013

La educación que tenemos roba a los jóvenes la conciencia, el tiempo y la vida

Entrevista a Claudio Naranjo

Cuando uno escucha a este psiquiatra chileno de 75 años da la sensación de estar frente al Jean-Jacques Rousseau de nuestro tiempo.
Cuenta que estaba bastante dormido hasta que en los años 60 se fue a vivir a EE.UU., allí fue discípulo de Fritz Perls, uno de los grandes terapeutas del siglo XX y formó parte del equipo del Instituto Esalen en California. Allí tuvo grandes experiencias en el mundo terapéutico y en el mundo espiritual. Contactó con el sufismo y se convirtió en uno de los introductores de Eneagrama en occidente. También bebió del budismo tibetano y el zen.
Claudio Naranjo ha dedicado su vida a la investigación y a la docencia en Universidades como Hardvard y Berkeley. Ha fundado el programa SAT, una integración de la terapia Gestalt, el Eneagrama y la Meditación para enriquecer la formación de profesores. En este momento está lanzando un aviso muy contundente: o cambiamos la educación o este mundo se va a pique.
- Dices que para cambiar el mundo hay que cambiar la educación ¿cuál es la problemática de la educación y cuál es tu propuesta?
La problemática en la educación no es de ninguna manera la que a los educadores les parece que es. Creen que los estudiantes ya no quieren lo que se les ofrece. A la gente se le quiere forzar a una educación irrelevante y se defiende con trastornos de la atención, con desmotivación. Yo pienso que la educación no está al servicio de la evolución humana sino de la producción o más bien de la socialización. Esta educación sirve para domesticar a la gente de generación en generación para que sigan siendo unos corderitos manipulables por los medios de comunicación. Esto es socialmente un gran daño. Se quiere usar la educación como una manera de meter en la cabeza de la gente una manera de ver las cosas que le conviene al sistema, a la burocracia. Nuestra mayor necesidad es la de una educación para evolucionar, para que la gente sea lo que podría ser.
La crisis de la educación no es una crisis más entre las muchas crisis que tenemos, sino que la educación está en el centro del problema. El mundo está en una crisis profunda porque no tenemos una educación para la conciencia. Tenemos una educación que en cierto modo le está robando a la gente su conciencia, su tiempo y su vida.
El modelo de desarrollo económico de hoy ha eclipsado el desarrollo de la persona.
- Cómo sería una educación para que seamos seres completos?
- La educación enseña a la gente a pasar exámenes, no a pensar por si misma. En un examen no se mide la comprensión, se mide la capacidad de repetir. ¡Es ridículo, se pierde una cantidad tan grande de energía! En lugar de una educación para la información, se necesitaría una educación que se ocupe del aspecto emocional y una educación de la mente profunda. A mi me parece que estamos presos entre una alternativa idiota, que es la educación laica y una educación autoritaria que es la educación religiosa tradicional. Está bien separar Estado e Iglesia pero, por ejemplo en España, han echado por la borda el espíritu como si religión y espíritu fueran la misma cosa. Necesitamos que la educación atienda también a la mente profunda.
- Cuándo hablas de espiritualidad y de mente profunda a qué te refieres exactamente?
- Tiene que ver con la conciencia misma. Tiene que ver con aquella parte de la mente de la que depende el sentido de la vida. Se está educando a la gente sin ese sentido. Tampoco es la educación de valores porque la educación de valores es demasiado retórica e intelectual. Los valores deberían ser cultivados a través de un proceso de transformación de la persona y esta transformación está muy lejos de la educación actual.
La educación también tiene que incluir un aspecto terapéutico. Desarrollarse como persona no se puede separar del crecimiento emocional. Los jóvenes están muy dañados afectiva y emocionalmente por el hecho de que el mercado laboral se traga a los padres y ya no tienen disponibilidad para los hijos. Hay mucha carencia amorosa y muchos desequilibrios en los niños. No puede aprender intelectualmente una persona que está dañada emocionalmente.
Lo terapéutico tiene mucho que ver con devolverle a la persona la libertad, la espontaneidad y la capacidad de conocer sus propios deseos. El mundo civilizado es un mundo domesticado y la enseñanza y la crianza son instrumentos de esa domesticación. Tenemos una civilización enferma, los artistas se dieron cuenta hace mucho tiempo y ahora cada vez más los pensadores.
- A la educación parece solo interesarle desarrollar la parte racional de la gente ¿Qué otras cosas podrían desarrollarse?
- Yo pongo énfasis en que somos seres con tres cerebros: tenemos cabeza (cerebro intelectual), corazón (cerebro emocional) y tripas (cerebro visceral o instintivo). La civilización está íntimamente ligada por la toma de poder por el cerebro racional. Con el momento en que los hombres predominaron en el dominio político, unos 6000 años atrás, se instaura esto que llamamos civilización. Y no es solamente el dominio masculino ni el dominio de la razón sino también de la razón instrumental y práctica, que se asocia con la tecnología; es este predominio de la razón instrumental sobre el afecto y sobre la sabiduría instintiva lo que nos tiene tan empobrecidos. La plenitud la puede vivir sólo una persona que tiene sus tres cerebros en orden y coordinados. Desde mi punto de vista necesitamos una educación para seres tri-cerebrados. Una educación que se podría llamar holística o integral. Si vamos a educar a toda la persona, hemos de tener en cuenta que la persona no es solo razón.
Al sistema le conviene que uno no esté tanto en contacto consigo mismo ni que piense por sí mismo. Por mucho que se levante la bandera de la democracia, se le tiene mucho miedo a que la gente tenga voz y tenga conciencia.
La clase política no está dispuesta a apostar por la educación.
- La educación nos sumerge en un mar de conceptos que nos separan de la realidad y nos aprisiona en nuestra propia mente ¿Cómo se puede salir de esa prisión?
- Es una gran pregunta y es una pregunta necesaria en el mundo educacional. La idea de que lo conceptual sea una prisión requiere una cierta experiencia de que la vida es más que eso. Para uno que ya tiene el interés en salir de la prisión de lo intelectual, es muy importante la disciplina de detener la mente, la disciplina del silencio, como se practica en todas las tradiciones espirituales: cristianismo, budismo, yoga, chamanismo… Parar los diálogos internos en todas las tradiciones de desarrollo humano ha sido visto como algo muy importante. La persona necesita alimentarse de otra cosa que conceptos. La educación quiere encerrar a la persona en un lugar donde se la somete a una educación conceptual forzada, como si no hubiera otra cosa en la vida. Es muy importante, por ejemplo, la belleza. La capacidad de reverencia, de asombro, de veneración, de devoción. No tiene que ver necesariamente con una religión o con un sistema de creencias. Es una parte importante de la vida interior que se está perdiendo de la misma manera en que se están perdiendo los espacios bellos de la superficie de la Tierra, a medida que se construye y se urbaniza.
- Precisamente quería preguntarte tu opinión sobre la crisis ecológica que vivimos.
- Es una crisis muy evidente, es la amenaza más tangible de todas. Se puede prever fácilmente que con el calentamiento de la Tierra, con el envenenamiento de los océanos y otros desastres que están pasando, no vamos a poder sobrevivir tantas personas como las que somos ahora.
Estamos viviendo gracias al petróleo y consumimos más recursos de los que la tierra produce. Es una cuenta atrás. Cuando se nos acabe el combustible será un desastre para el mundo tecnológico que tenemos.
La gente a la que llamamos más primitiva como los indígenas tienen una forma de tratar a la naturaleza que no viene del sentido utilitario. En la ecología como en la economía y otras cosas, hemos querido prescindir de la conciencia y funcionar sólo con argumentos racionales y eso nos está llevando al desastre. La crisis ecológica sólo puede pararse con un cambio de corazón, verdadera transformación, que sólo la puede dar un proceso educativo. Por eso no tengo mucha fe ni en las terapias ni en las religiones. Solo una educación holística podría prevenir el deterioro de la mente y del planeta.
- Podríamos decir que has encontrado un equilibrio en tu vida a esas alturas?
- Yo diría que cada vez más aunque no he terminado el viaje. Soy una persona que tiene mucha satisfacción, la satisfacción de estar ayudando al mundo en el que estoy. Vivo feliz, si se puede ser feliz en esa situación trágica en la que estamos todos.
- Desde tu experiencia, tu trayectoria y tu madurez, ¿cómo procesas el hecho de la muerte?
- En todas las tradiciones espirituales se aconseja vivir con la muerte al lado. Hay que hacerse a esa evidencia de que somos mortales y creo que el que toma la muerte en serio no será tan vano. No tienes tanto miedo a cosas pequeñas cuando hay una cosa grande de la cual preocuparte más. Yo creo que la muerte sólo puede superarla uno que en cierto modo muere antes de morir. Uno tiene que morir a la parte mortal, a la parte intrascendente. Los que tienen suficiente tiempo y vocación y que llegan suficientemente lejos en este viaje interior se encuentran tarde o temprano con su verdadero ser. Y ese ser interior o ese ser lo que uno es, es algo que no tiene tiempo y que le da a una persona una cierta paz o un sentido de invulnerabilidad. Estamos muy absortos en nuestra vida cotidiana, en nuestros pensamientos de alegría, tristeza, etc… No estamos en nosotros, no estamos atentos a quien somos. Para eso necesitamos estar muy en sintonía a nuestra experiencia del momento. Esta es la condición humana, estamos viviendo hacia el pasado y el futuro, el aspecto horizontal de nuestra vida. Pero poco atentos a la dimensión vertical de nuestra vida, el aspecto más alto y más profundo, eso es el espíritu y es nuestro ser y la llave para acceder es el aquí y ahora. A veces vamos en busca del ser y a veces nos confundimos en la búsqueda de otras cosas menos importantes como la gloria.

Fonte:

21 agosto 2013

Una opción placentera para los días de luna.

Por Diana Vegas






Este ritual fue entregado por una indígena del amazonas a una buena amiga quién hace años me hizo el inmenso favor de enseñármelo. Gracias a esta práctica constante he visto mi ciclo sincronizarse a la luna y he logrado identificar el día exacto de ovulación y entrada en luna. Es bastante sencillo y adaptable, la premisa básica es que debemos reconocer nuestra naturaleza cíclica.

Este ejercicio llama a buscar el tiempo, así sea solo un momento para dedicárnoslos, cuidarnos y querernos. El gran ciclo de la vida se expresa cada mes en cada una de nosotras; todo nace, crece, se desarrolla y muere. Nuestras habilidades y atenciones se expresan también de forma cíclica, a lo largo del mes nuestro nivel de introspección y extrospección varía. Es buena idea tomar conciencia de este hecho y de ver en esa pequeña muerte  física, emocional y energética el potencial de transformación que conlleva.

1er día: No hagas nada que no quieras hacer. Es un día para evaluar y reflexionar de la luna que acaba de culminar. Cómo fueron las experiencias, emociones, respuestas e incluso juicios. Qué conductas debo repetir y qué respuestas debo mejorar. No se trata de un regaño pero si de una autoevaluación honesta. Si llega con dolor explora técnicas y herramientas que te ayuden a comprenderlo y aminorarlo. Durante este día no debe ducharte, porque el cambio de temperatura detiene el proceso de salida. Así mismo dentro de las posibilidades no utilices antitranspirante. El proceso de soltar abarca el cuerpo completo y muchas toxinas se liberan por las axilas. Es un día para drenar en todo nivel, para hacer una pausa en la vida y los ritmos que llevamos.

2do día: Devolver a la Tierra.  La idea es que parte de esa sangre la devuelvas a tierra como una ofrenda. Puede tener una maceta con tierra e irla mezclando (esta tierra puedes utilizarla como fertilizante) el concepto detrás de las copas menstruales es que ésta se colecta, no se absorbe (como los tampones o toallas), en este esquema la menstruación es percibida como material orgánico y no como desecho. 

3er día: regálate un baño de flores o sales. Buen día para exfoliarse. Deshacerse de lo superfluo, limpiarse. Limpiar el cuarto, ordenar la mente, revisar proyectos, qué cosas quiero crear este mes. Un buen día para soñar, para escribir, para proyectar los deseos del corazón.

4to día entrégate a danzar. Al compás de una músico o inclusive al silencio, importa es sentir el movimiento en el cuerpo y dejarse llevar, celebrar la feminidad y la renovación comienza un nuevo ciclo, tenemos la oportunidad de desarrollarlo todo de nuevo. Un buen día para expresar de forma artística, pintar, moldear. Un día para regocijarse en la alegría de ser y existir. 



“Las energías del ciclo menstrual no deben restringirse ni controlarse, puesto que el hecho de bloquearlas o coartarlas puede hacer que se vuelvan destructivas; por el contrario, deben aceptarse como un flujo que tiene su propio modo de expresión y contra el que no debemos luchar” 
Miranda Gray, Luna Roja. 


Fonte:



29 junho 2013

Grieving the Imperfect, Finding the Unconditional: The Importance of the Inner Mother for Women.

Por
Bethany Webster


Developmentally, our relationship with our mother serves as a template for our relationship with ourselves.


Mother Daughter

As female children, we absorbed information about how she felt about herself, about us as her child, and about the world. Naturally, we internalized these beliefs and worldviews to form the basis of our very own beliefs and experiences. We learned to treat ourselves the way our mother treated herself.

Our task as awakened women is to transform the inner mother within our psyche from a duplicate of our biological mother with her human limitations into the mother we always needed and wanted. In doing so, the inner mother more accurately meets our needs, and unconditionally supports and nurtures us in ways our outer mother may have been unable to.

We can become the mother we always wanted—to ourselves. In this way, we become capable of accepting the limitations of our outer mother, because the inner mother becomes the primary one we can rely on, in ways that perhaps we were never able to rely on our outer mother.

Our mother could only love us to the extent that she could love herself.

At a certain point, we must face that our mother could not and will not meet our needs in all the ways that we needed and wanted her to. This must be grieved all the way through. We have to grieve the ways we had to compensate and suffer from the mother wound.

In the process of grieving, we have the chance to realize that the fact that we felt unloved or abandoned in moments was not our fault, and we can stop struggling to prove our worth to the world. In the grieving process, we can also have compassion for our mother and the burdens she carried.

Healing the mother within transforms your life beyond anything you can imagine.

Through facing this pain, we may find that what we thought was our pain may actually be partly our mother’s pain that we have been carrying for her out of love. We can now choose to put this burden down. Instead of attenuating ourselves out of guilt, we can stand confidently in our bodies and hearts with a sense of true wholeness and self-love.

By becoming the “good enough” mother to ourselves, we liberate not only ourselves but everyone else in our lives.

It is challenging to admit to ourselves the ways in which we felt unloved in our relationship with our mother. We may recall seeing how burdened and overwhelmed she was, and we may have thought that we were the source of her pain. This “daughter guilt” can keep us stuck. Recognizing the innocence and legitimacy of our childhood needs is a way of releasing shame and baptizing ourselves into the truth of our goodness.

Once we have first grieved for ourselves, we can then grieve for our mothers and for women as a whole.

Grief replenishes and strengthens us.

As women, we can heal and give ourselves what our mothers could not give us. We can become our own source. The collective female “pain body” is healed one woman at a time. And as the female pain body heals, so does the collective human pain body. Our own healing is not only a gift to ourselves, but to the world.

The mother wound is a great opportunity.

As we allow ourselves to contact what feels like an ancient, inexhaustible hunger for an inexhaustible mother, we birth ourselves into our true identity—the womb of light—an inexhaustible, overflowing fountain of love and abundance that is not dependent on circumstances or conditions.

We then can live in service to that which we truly are—love itself.

Bethany Webster is a writer and facilitator living in western Massachusetts. She is currently working on her first book, The Womb of Light: The Power of Conscious Menstruation. She co-teaches a workshop called “Healing the Mother Wound.” Visit her blogs at http://womboflight.com and http://embraceofbeing.com.

Fonte


16 junho 2013

Menstruation for Buddhist Women

Por Oxana Poberejnaia





Not all, but many women menstruate. The menstrual cycle is a contentious areas for feminists. Even men who aspire to be a feminist tend to find it difficult to deal with it. Inappropriate jokes ensue, and completely ignoring the issue is also a popular option.
My journey along a feminist path and toward the Sacred Femininenecessarily included working with my menstrual cycle. In this, Women’s Wisdom and the Menstrual Cycles articles  and Womb Blessings by Miranda Gray have been most helpful.

In Western Buddhism, one of the most revered and widely-taught practices is the four applications of mindfulness (body, feelings, mind, and mind objects – these terms have very specific meanings in Buddhism).  I argue that mindfulness of the body should include, for women, mindfulness of menstrual cycle. Once the need for such teaching is recognised, similar exercises may arise for men, to acknowledge hormone-based fluctuations in their bodies, for example, men’s response to hormonal changes in their female partners’ bodies, to do with pregnancy and giving birth (documented) and with menstrual cycle itself.

Western Buddhist practitioners are encouraged to stay with their bodies, feelings, mind and mind objects, without trying to control or change them. The Buddha went to details as instructing monks to be mindful at all times, including when they urinate and defecate. The fulllist is found here. And yet, there is no specific teaching for women to be aware of our menstrual bleeding.

I know from experience that I am not only affected by my menstrual cycle at the time of the actual bleeding. Every day for me is not just a calendar date, it is also a very particular stage in a 28-30 day cycle. One day it is the day before ovulation, so I have just had a busy week, and I am possibly getting a bit more introverted, and tomorrow I will feel some minor pain from ovulation. Another day could be the first day of the last week before bleeding. I might wake up tense, alert, with a vague feeling that something is wrong. Then I remember I am entering the what Gray calls the Enchantress stage.

Miranda Gray described menstrual cycle in terms of four distinct stages. And it is usually The Enchantress stage that women are most prosecuted for: literally in the past and present women are killed for being witches. Alternatively, women are ridiculed and discriminated against in the capitalistpatriarchal society. The patriarchal view is that menstruating women are dangerous, unstable, unreliable and untrustworthy, because every cycle they enter a stage they can’t control, when women seem to be aggressive, moody, unreasonable, destructive. Patriarchal adherents can deal with the bleeding phase – the Hag, as Miranda Gray calls it – because women tend to lack in energy and just suffer quietly on a couch during it.

But it is the Enchantress Stage that really scares some men. And some women. Women can get self-demeaning and distrustful of themselves due to the fact that the menstrual cycle appears to be a problem, rather than a blessing, to them. The reason for this  is that patriarchal society wants women and men to see menstrual cycle as a problem, so that women are seen as inferior, as “broken”, “freak” men. Not as stable, not as efficient, not as logical, not as productive. These considerations become especially important in a capitalist society, in which all people are “valued” and rewarded only as much as they contribute to enriching the top 1 percent of capitalists. In a capitalist society, the sacredness of life is obliterated, and giving birth is seen as an inconvenience. (...)

However, this is an area is where Buddhist practice and the Goddess spirituality can work together. Buddhism offers excellent teachings on being mindful, of letting be, of letting go of control. If only this was taught in Western Buddhist centres to women in relation to menstruation. Miranda Gray offers a framework that is rooted in mythology and Goddess spirituality. With an addition of Buddhist meditation, it would be an integrated path to body and spiritual, and subsequently, social liberation for women.

Enchantress is not bad. She is not crazy. She is not stupid. She is preparing the way for rebirth. She is the one who is getting rid of everything that is dead, outdated, rotting, damaging. She is Mother Kali. She is autumn. Without autumn, there is no winter. Winter in menstrual cycle is bleeding – the time of no thought, the time of ultimate letting go and submerging into the waters of the Goddess in Her womb. This is also very similar to many Buddhist teachings.

Without winter, there is no spring (Virgin phase in menstrual cycle): there is no energy, no new sprouts, no growth. Without spring, there is no summer (Mother stage, ovulation): no fruition, no completion, no abundance, love and caring.

In my own experience, the infamous (in a patriarchal society) Enchantress phase is the time of honesty. Enchantress cannot put up with the injustices that I as a woman experience in my life – or that other men and women experience. The Enchantress does not take crap. She is wild, and she is unstoppable. She is the hand of justice.


During the Enchantress stage, I am not distracted by the energy swelling up inside me and compelling me to do, to act, to organise. I am not concentrated on being fertile, as at the time of ovulation – the Mother stage, when I want to be one with the world, to care and to nurture. And I am not listening attentively to the voice of the Dark Goddess as blood comes out of my womb. So, all the crap that I have taken in the previous cycle, due to lack of time, not wanting to bother, or just feeling sorry for the perpetrator – it all resurfaces, and the Goddess tells me: “In letting patriarchy put you down, you put me down.”

Fonte:

14 junho 2013

Fertilidade: sua vida é sua herança

Por: Fabiana Rodrigues Barbosa






Escrevo este texto mergulhada no aroma do arroz-doce a cozer na panela ao lado. O arroz integral ainda em água fervente com açúcar e canela. Água em precisa quantidade para que se coza bem macio até secar. Posso continuar escrevendo, pois em breve o som da água borbulhando deve tornar-se um pouco mais seco e estalado, me avisando que é hora de desligar o fogo. Neste momento levanto-me, junto o leite quente e os demais ingredientes, que cozinham até o ponto cremoso. Usei uma receita, mas mesmo sendo minha primeira vez não segui à risca. Criei um pouco, intuindo alguns ajustes para meu próprio paladar e benefício. Volto, sento pra continuar o texto. E me pergunto: estarei eu me transformando naquele abominável arquétipo multitarefas ou simplesmente orquestrando e nutrindo o fértil uso de múltiplas habilidades simultâneas? É sutil a diferença entre as duas atitudes: a primeira invariavelmente causa sufocamento e angústia, já que algo importante do qual fica impossível se dar conta estará provavelmente se perdendo no meio de tanto barulho. A segunda traz o bem-estar das realizações ativas, fluidas e despertas.

A TOTALIDADE É FÉRTIL
O aparentemente simples cozer do arroz-doce torna-se complexo quando percebido com mais atenção. Múltiplas habilidades são ativadas para compor um todo único e harmônico. Memória, intuição, visão, tato, audição, paladar, entre outras que poderíamos citar ao infinito. É claro que o resultado do trabalho pode ter ótimo sabor para alguns, e nem tão agradável a outros, afinalsabor vem de saber, que em cada ser constitui-se de um jeito específico. De qualquer modo, a partir de uma experiência prévia, chega-se a uma vívida e nova quando lança-se mão de uma equilibrada medida entre pulsão criativa e prudência, até que algo potente consolida sua existência no mundo e vai contagiando positivamente com mais vida tudo ao redor.

À ideia de totalidade é dado o nome Brahman, “palavra sânscrita formada a partir da raiz brh: crescer, expandir. Designa a força vital do universo que habita todas as coisas [...]”, o poder inerente nas palavras e no ritmo das preces, o poder sagrado que conferia eficácia aos encantamentos. De acordo com Heinrich Zimmer, ‘Brahman, este encantamento ou expressão mágica, é a forma cristalizada e congelada da mais alta energia divina [...], que quando ainda não se precipitou em seu estado líquido ou etéreo, constitui o poderoso impulso que emerge do inconsciente do ser humano.’[1] No hinduísmo posterior, equivale a Shakti: energia, força, poder.”[2]
Ou seja, a força vital – Shakti – , está implícita em Brahman, mas sem discernimento não é fértil ainda. Discernimento e força vital devem caminhar juntos para a totalidade fértil.

FEMININO E MASCULINO
Porém, vivemos há alguns séculos num mundo em que “feminino e masculino são uma polaridade desequilibrada. Direitos iguais para os homens nunca foram inspiração para uma marcha de protesto ou greve de fome. Em nenhum país do mundo, os homens são considerados legalmente incapazes, como ocorreu com mulheres de várias nações europeias até o século XX e ainda ocorre em vários países muçulmanos, do Marrocos ao Afeganistão. Nenhum país deu o direito de voto primeiro às mulheres para só depois concedê-lo aos homens. Ninguém jamais pensou que os homens fossem o segundo sexo.”[3]

“Os princípios feminino e masculino, como aspectos duais de uma matriz maior, são qualidades vibratórias da energia que é neutra e que permeia todo o universo. Ambos necessários para descrever adequadamente a realidade que conhecemos, são tendências opostas e complementares, presentes em todos os seres vivos. Todo movimento, toda expressão, todo comportamento é constituído de uma mescla de ambas as polaridades, ainda que em proporções diferentes.”[4]

Para identificar estas proporções no mundo, sobre um movimento expressivo por exemplo, “costuma-se denominar masculino aquele que tem uma intenção prévia e se mobiliza para alcançar o objetivo. Se lança para algo que está fora dele. Enquanto o feminino emerge de uma necessidade interna, tendo por objetivo responder a essa finalidade. É emergente e vinculado à fonte[...]. Em qualquer situação existe um elemento receptivo e outro ativo. Qualquer atitude se origina de um pensamento e de um sentimento.”[5] Por exemplo, podemos ensaiar que, quando decido preparar um alimento, a ação emerge de uma necessidade interna: a fome, a autopreservação (princípio feminino emergente vinculado à fonte). Mas ao escolher a panela de ferro porque cozinha mais rápido e havia pouco tempo disponível para a tarefa, estava mobilizando meu intelecto para alcançar o objetivo estabelecido: cozinhar algo em pouco tempo (mobilização masculina objetiva). Enquanto isso, durante o processo lanço mão de improvisações que fogem de ditames e receitas externas para servirem exclusivamente a meu paladar, seguindo apenas um instinto ou palpite: decisão de quais ingredientes usar ou como temperar (escolhas que emergem de um impulso/necessidade − princípio feminino emergente vinculado à fonte). Temos assim, na prática, feminino e masculino totalmente mesclados.

No tantra[6], Shiva e Shakti são, respectivamente, os princípios de consciência e poder; transcendência estática e movimento contínuo; inércia e paixão. “O poder, aspecto ativo e imanente da divindade é chamado de Shakti. Todo e qualquer deus necessita de sua Shakti ou será incapaz de agir.”[7] Shakti seria o princípio produtivo simbolicamente feminino, e Shiva a consciência sem ação.

Portanto, feminino e masculino são uma dicotomia ilusória [8], já que o feminino seria a alma e o masculino a consciência, compondo a totalidade psíquica, e sendo assim inseparáveis em um único todo. A ilusão desta dicotomia pode ter surgido na humanidade com o pensamento mecanicista, que parte do ponto de vista da separatividade de partes que compõem o todo. “Quando partimos da totalidade, contudo, a dualidade é apenas seu desdobramento. Assim, para nos conectarmos com o absoluto sem polaridade, com ‘fecunda neutralidade’[9], [...] não precisamos nos tornar andróginos, mas sim participar do eterno jogo lúdico destas polaridades, jogo que possibilita ao mundo manifesto.”[10]

O par divino Shakti-Shiva, pode ser abstratamente expresso como yoni(vulva)-lingam(pênis), símbolo supremo do princípio vital. Vajra-padma significa ‘a joia no lótus’. E segundo B. Walker, “Vajra pode significar tanto joia quanto diamante, este último um antigo símbolo para clitóris. ‘O vajra é um símbolo arcaico de poder, encontrado em coroas de deidades da vegetação e em selos da civilização do vale do rio Indo.’[11] Vajrasana seria o ‘assento de diamante’, estado mítico de união psicossexual com a Deusa.”[12]Todo o universo provém de uma união de uma yoni com um lingam.

Até mesmo no Hatha Yoga, sistema de práticas desenvolvido para o despertar da energia psíquica potencial humana (Kundalini) por meio do esforço físico, temos essa relação. Hatha, em sânscrito, literalmente significa esforço extremo. Mas há algo lindo por trás disso: Ha = Sol e Tha = Lua, o que significa que este esforço extremo depende da integração das duas forças solar (masculina) e lunar (feminina), para o despertar da potencialidade humana. Estamos, portanto, falando de fertilidade, em toda a sua extensiva expressão, como integração de forças.

A FERTILIDADE FEMININA NA HISTÓRIA
Nas sociedades tribais os rituais tântricos – cultos e práticas mágicas populares com ensinamentos esotéricos e iniciáticos –, eram “meios de invocar os aspectos benéficos dos elementos e das divindades, trazendo segurança para as pessoas. Quando do aniquilamento das formas tribais de organização e imposição do poder central sacerdotal, o sentimento de estar à mercê de um deus ou rei todo-poderoso, ou de seus representantes, fez com que as pessoas do povo se apegassem ainda mais ao culto à Deusa-mãe (a figura da mãe natural, entendida como potência de vida e, portanto, desta protetora), associado ao fato de lhes ter sido interditado o acesso aos rituais dos dominadores [...]. Para escapar à aniquilação total sob a influência dos sistemas de orientação masculina, o culto à Deusa e seus símbolos submergiram, levando consigo cerimônias sagradas que até então eram partilhadas por todos, passando a ser realizadas secretamente, apenas por iniciados [...]. Na Índia e Bangladesh existem ainda hoje escolas secretas, onde a Deusa e sua yoni (vulva) são cultuadas, não apenas por seus poderes de fertilidade, mas pelas energias associadas à menstruação e a sexualidade feminina [...]. Com o tempo, as deusas silenciadas pelo domínio patriarcal gradualmente foram ressurgindo até que os elementos míticos de diversas tradições femininas se fundiram na imagem da grande deusa Maha-Devi (contida no texto Devi-Mahatmya – ‘O texto da Maravilhosa Essência da Deusa’ –, de 500-600 d.C.”[13]

Shakti primeva é força e fonte de onde tudo nasceu e teve origem. Este conceito está contido em muitos símbolos femininos como as águas fluidas, elemento preservador da vida: “água, seiva, leite e sangue são diferentes formas do mesmo elixir de vida.”[14] A flor-de-lótus, yoni e mãe do universo, útero da natureza onde todos os seus elementos estão reunidos: a terra (lodo) como sua sustentação, a água em que está mergulhada que a mantém viva, as pétalas seriam o ar e sua fertilidade que ocorre pelo calor do sol. “No broto, flor e semente temos a trindade virgem-mãe-anciã.”[15]

“Desde o paleolítico, a vulva é representada como um triângulo (em figuras femininas desenterradas em sítios arqueológicos), simbolizando a fonte de águas da vida, ou como semente e broto prenunciando o desabrochar da planta, ou então uma vulva inchada prenunciando o parto.”[16] “Nas ilhas britânicas, ela aparece nos pórticos acima das entradas das igrejas e monastérios como Sheela-na-gig, uma figura que abre suas pernas e expõe sua vagina como símbolo de passagem para a vida.”[17]

A MULHER, SEU CORPO E SEU CICLO FÉRTIL
Portanto, se segundo o tantra, Shakti é poder, movimento contínuo, paixão e ação, e se a mulher tem chances de bem compreender e saber do princípio dos ciclos naturais, nos quais seu próprio ciclo menstrual se inclui, ela estaria apta a navegar nestes ciclos por toda a eternidade, para sempre vinculada à natureza inegável?

A cada mudança de estação, período ou fase, a mulher é lançada a um novo estado de emergência, em que as variáveis já são diferentes do anterior. Nunca viveremos um período menstrual ou fértil igual a outro, pois estamos em constante movimento. A cada manhã, ao acordar nossa pele está diferente, e assim também nosso útero e glândulas. Mas se nos observarmos, e assim como ao cozer o arroz-doce, intuímos, ou melhor, escutamos a voz que diz “um pouco mais de açúcar, um pouco mais de afeto”, “mais pimenta agora”, “não, não, chega, assim está bem”[...]. Temos grandes chances de acertar, pois esta voz é nada mais do que nós mesmas. É potência pura. Representa nossos devires, pulsão de vida, e carrega consigo todas as chances de transformar inércia em vida, gestando um novo ser: nós mesmas em uma refinada versão.

PARA UM NOVO FILHO
Uma das mais lindas mensagens que Geeta Iyengar nos deixa em seu Iyengar Yoga for Motherhood (que considero indispensável leitura para quem pretende gerar um filho, pois ali encontram-se dicas para o casal desde antes mesmo de haver a concepção até o pós-parto), além de Yogasanas, Pranayamas e dicas práticas, é que quem pretende gerar um filho deve se lembrar que absolutamente tudo o que você pensar, sentir e fizer com seu corpo, sua mente e seu espírito vai ser herdado por seu filho desde o ventre. Você está o tempo todo criando herança para a humanidade por meio de sua própria vida. E pensei: os Deuses estavam mesmo pensando na evolução de nossa espécie quando inventaram o Yoga. Sua vida será sua herança.

UM YOGA ASANA
Abro o livro Light on Yoga de BKS Iyengar procurando reler o que ele fala sobre fertilidade. Me deparo logo com um de meus Yogasanas prediletos: Badhakonasana[18] (ilustração da abertura deste artigo), que está também indicado no Hatha Yoga Pradipika (guia clássico sistematizado por Svatmarama Yogendra em meados do século XIV de nossa era, para a prática avançada do Hatha Yoga) como uma das quatro posturas mais importantes, entre as oitenta e quatro deixadas como legado pelo próprio Senhor Shiva, que teria criado o Yoga e o ensinado a sua esposa Parvati, para que juntos compartilhassem a jornada de suas existências tendo este sistema de práticas como instrumento.

Segundo o Hatha Yoga Pradipika, Badhakonasana cura todas as doenças e elimina o cansaço. Segundo BKS Iyengar, este Asana “mantém os ovários, os rins e a próstata tonificados, nutridos e saudáveis; trata distúrbios urinários e ovarianos; reduz dor ciática; previne hérnia; alivia peso e dor nos testículos; corrige menstruação irregular e muito pesada; alivia dor menstrual; e até ajuda a desobstruir as trompas de falópio obstruídas! Melhora o fluxo sanguíneo para o abdômen, a pelve e toda a articulação do quadril. Está recomendado no livro do Dr. Grantly Dick Reed chamado Parto sem medo.”[19] Segundo Geeta Iyengar, o Asana “está no topo da lista para gestantes! Elas sentirão liberdade para o sistema respiratório, muito menos dor durante o trabalho de parto e estarão livres de varizes se praticarem a postura todos os dias por alguns minutos. Ele tonifica os músculos do assoalho pélvico, alivia dor nas costas. Reduz a tensão na pele e nos músculos abdominais, o que causa estiramento e comichão. Corrige a pressão do útero nas veias largas da pelve, que causa obstrução da circulação e resulta em retenção hídrica. As pernas se abrem como pétalas de uma flor-de-lótus, dando liberdade aos músculos do assoalho pélvico. Alivia compressão na vagina, ânus e parte baixa da coluna vertebral. Ajuda a eliminar desconforto, ardência, irritação, coceira ou corrimento vaginal. Badhakonasana pode ser praticado a qualquer momento do dia, inclusive após uma refeição, pois auxilia a digestão.”[20] Cuidado: não o pratique se você tiver prolapso de útero.

(...)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[1] ZIMMER, H. Filosofias da Índia. São Paulo: Palas Athena, 1986. P. 63.
[2] VON KOSS, M. A totalidade e seu desdobramento. In Feminino + Masculino – uma nova coreografia para a eterna dança das polaridades. São Paulo: Escrituras, 2000. P. 19-36.
[3] Sonntag, S. Mulheres. In Folha de São Paulo. Caderno 2. P. D9. 8 de janeiro de 2000. Tradução e edição de texto de Ruth Helena Bellinghini.
[4] VON KOSS, M. Feminino e masculino: uma dicotomia ilusória. In Feminino + Masculino – uma nova coreografia para a eterna dança das polaridades. São Paulo: Escrituras, 2000. P. 209.
[5] VON KOSS, M. Feminino e masculino: uma dicotomia ilusória. In Feminino + Masculino – uma nova coreografia para a eterna dança das polaridades. São Paulo: Escrituras, 2000. P. 210.
[6] “O Hatha Yoga tem suas raízes na Índia antiga, mas ganhou muita força no período medieval (séculos IX a XVI)… O período em que ele surgiu coincide com um momento muito especial em que os adeptos do Tantra apresentaram a uma Índia pasmada e acomodada no ritualismo bramânico uma visão revolucionária e dinâmica do universo e do Homem. Para os tântricos o corpo não é mais causa de pecado e perdição, mas veículo para a transcendência e a realização da natureza divinal do Homem”. KUPFER, P.  Introdução. In YOGENDRA, Svatmarama. Hatha Yoga Pradipika. Florianópolis: Dharma, 2002. P. 7-12.
[7] VON KOSS, M. Tantra e a polaridade sexual divina. In Feminino + Masculino – uma nova coreografia para a eterna dança das polaridades. São Paulo: Escrituras, 2000. P. 44.
[8] VON KOSS, M. Feminino + Masculino – uma nova coreografia para a eterna dança das polaridades. São Paulo: Escrituras, 2000.
[9] ZIMMER, H. Filosofias da Índia. São Paulo: Palas Athena, 1986.
[10] VON KOSS, M. Tantra e a polaridade sexual divina. In Feminino + Masculino – uma nova coreografia para a eterna dança das polaridades. São Paulo: Escrituras, 2000. P. 45.
[11] RAWSON, P. The art of Tantra. New York: Thames and Hudson, 1992. P. 9-10.
[12] WALKER, B. Vajra. In Woman’s Encyclopedia of Myths and Secrets. San Francisco: Harper, 1983. P.1037.
[13] VON KOSS, M.. Tantra e a polaridade sexual divina. In Feminino + Masculino – uma nova coreografia para a eterna dança das polaridades. São Paulo: Escrituras, 2000. P. 37-60.
[14] WALKER, B. Menstrual blood. In Woman’s Encyclopedia of Myths and Secrets. San Francisco: Harper, 1983. P. 637.
[15] VON KOSS, M. Tantra e a polaridade sexual divina. In Feminino + Masculino – uma nova coreografia para a eterna dança das polaridades. São Paulo: Escrituras, 2000. P. 40.
[16] GIMBUTAS, M. The Language of the Godess. San Francisco: Harper, 1991. P. 99.
[17] VON KOSS, M. Tantra e a polaridade sexual divina. In Feminino + Masculino – uma nova coreografia para a eterna dança das polaridades. São Paulo: Escrituras, 2000. P. 41.
[18] IYENGAR, BKS. Yogasana, Bandha and Kriya. In Light on Yoga. New York: Schocken Books, 1979. P. 128-129.
[19] IYENGAR, BKS. Asanas for you: sitting asanas. In Yoga, the path to holistic health. London: Dorling Kindersley, 2001. P. 108-109.

[20] IYENGAR, G.S.; KELLER, R.; KHATTAB, K. Detailed descriptions of asanas for all studentes: Badhakonasana. In Iyengar Yoga for Motherhood – Safe practice for expectante and new mothers. New York: Sterling Publishing Co., 2010. P. 67-69.



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