25 outubro 2011
19 outubro 2011
Na continuidade das tecedeiras da vida...
Mulheres Tecelãs
Mulheres são tecelãs.
Tecem sonhos com fios de lágrimas...
Mulheres são tecelãs.
Tecem vidas em suas barrigas
com esperanças e alegrias infantis.
Mulheres são feiticeiras.
Inventam magias e encantamentos.
E atraem e cativam com um simples olhar.
Mulheres são meninas.
Acreditam em príncipes e finais felizes.
Mulheres são guerreiras.
Enfrentam a luta com galhardia.
E não esmorecem mesmo quando cansadas.
Mulheres são sábias.
Trazem em si toda a sabedoria do mundo,
ao repartir, entre os filhos, o pão, o carinho, e o próprio tempo.
Mulheres são especiais.
Mulheres são seres próximos de Deus.
Mulheres são anjos.
Mulheres são mães.
A mais perfeita tradução do mistério da eternidade da alma.
Rita Licks
![]() |
| http://www.saberfazer.org/#1724134/O-Linhal |
Mulheres são tecelãs.
Tecem sonhos com fios de lágrimas...
Mulheres são tecelãs.
Tecem vidas em suas barrigas
com esperanças e alegrias infantis.
Mulheres são feiticeiras.
Inventam magias e encantamentos.
E atraem e cativam com um simples olhar.
Mulheres são meninas.
Acreditam em príncipes e finais felizes.
Mulheres são guerreiras.
Enfrentam a luta com galhardia.
E não esmorecem mesmo quando cansadas.
Mulheres são sábias.
Trazem em si toda a sabedoria do mundo,
ao repartir, entre os filhos, o pão, o carinho, e o próprio tempo.
Mulheres são especiais.
Mulheres são seres próximos de Deus.
Mulheres são anjos.
Mulheres são mães.
A mais perfeita tradução do mistério da eternidade da alma.
Rita Licks
18 outubro 2011
Moça Tecelã
Partilhado pela querida Marta da linda Escola Vela Verde (Alfragide)
http://escolavelaverde.blogspot.com/
http://escolavelaverde.blogspot.com/
A Moça Tecelã
Acordava ainda no escuro, como se ouvisse o sol chegando atrás das beiradas da noite. E logo sentava-se ao tear. Linha clara, para começar o dia. Delicado traço cor de luz, que ela ia passando entre os fios estendidos, enquanto lá fora a claridade da manhã desenhava o horizonte.
Depois lãs mais vivas, quentes lãs iam tecendo hora a hora, em longo tapete que nunca acabava. Se era forte demais o sol, e no jardim pendiam as pétalas, a moça colocava na lançadeira grossos fios cinzentos de algodão mais felpudo. Em breve, na penumbra trazida pelas nuvens, escolhia um fio de prata, que em pontos longos rebordava sobre o tecido. Leve, a chuva vinha cumprimentá-la à janela.
Mas se durante muitos dias o vento e o frio brigavam com as folhas e espantavam os pássaros, bastava a moça tecer com seus belos fios dourados, para que o sol voltasse a acalmar a natureza. Assim, jogando a lançadeira de um lado para o outro e batendo os grandes pentes do tear para frente e para trás, a moça passava os seus dias.
Nada lhe faltava. Na hora da fome tecia um lindo peixe, com cuidado de escamas. E eis que o peixe estava na mesa, pronto para ser comido. Se sede vinha, suave era a lã cor de leite que entremeava o tapete. E à noite, depois de lançar seu fio de escuridão, dormia tranqüila.
Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer. Mas tecendo e tecendo, ela própria trouxe o tempo em que se sentiu sozinha, e pela primeira vez pensou como seria bom ter um marido ao seu lado. Não esperou o dia seguinte. Com capricho de quem tenta uma coisa nunca conhecida, começou a entremear no tapete as lãs e as cores que lhe dariam companhia. E aos poucos seu desejo foi aparecendo, chapéu emplumado, rosto barbado, corpo aprumado, sapato engraxado. Estava justamente acabando de entremear o último fio da ponta dos sapatos, quando bateram à porta. Nem precisou abrir. O moço meteu a mão na maçaneta, tirou o chapéu de pluma, e foi entrando na sua vida. Aquela noite, deitada contra o ombro dele, a moça pensou nos lindos filhos que teceria para aumentar ainda mais a sua felicidade. E feliz foi, durante algum tempo. Mas se o homem tinha pensado em filhos, logo os esqueceu. Porque, descoberto o poder do tear, em nada mais pensou a não ser nas coisas todas que ele poderia lhe dar. - Uma casa melhor é necessária, -- disse para a mulher. E parecia justo, agora que eram dois. Exigiu que escolhesse as mais belas lãs cor de tijolo, fios verdes para os batentes, e pressa para a casa acontecer. Mas pronta a casa, já não lhe pareceu suficiente. – Para que ter casa, se podemos ter palácio? – perguntou. Sem querer resposta, imediatamente ordenou que fosse de pedra com arremates em prata. Dias e dias, semanas e meses trabalhou a moça tecendo tetos e portas, e pátios e escadas, e salas e poços. A neve caía lá fora, e ela não tinha tempo para chamar o sol. A noite chegava, e ela não tinha tempo para arrematar o dia. Tecia e entristecia, enquanto sem parar batiam os pentes acompanhando o ritmo da lançadeira. Afinal o palácio ficou pronto. E entre tantos cômodos, o marido escolheu para ela e seu tear o mais alto quarto da mais alta torre. - É para que ninguém saiba do tapete, -- disse. E antes de trancar a porta à chave,advertiu: -- Faltam as estrebarias. E não se esqueça dos cavalos! Sem descanso tecia a mulher os caprichos do marido, enchendo o palácio de luxos, os cofres de moedas, as salas de criados. Tecer era tudo o que fazia. Tecer era tudo o que queria fazer. E tecendo, ela própria trouxe o tempo em que sua tristeza lhe pareceu maior que o palácio com todos os seus tesouros. E pela primeira vez pensou como seria bom estar sozinha de novo. Só esperou anoitecer. Levantou-se enquanto o marido dormia sonhando com novas exigências. E descalça, para não fazer barulho, subiu a longa escada da torre, sentou-se ao tear. Desta vez não precisou escolher linha nenhuma. Segurou a lançadeira ao contrário, e, jogando-a veloz de um lado para o outro, começou a desfazer o seu tecido. Desteceu os cavalos, as carruagens, as estrebarias, os jardins. Depois desteceu os criados e o palácio e todas as maravilhas que continha. E novamente se viu na sua casa pequena e sorriu para o jardim além da janela. A noite acabava quando o marido, estranhando a cama dura, acordou e, espantado, olhou em volta. Não teve tempo de se levantar. Ela já desfazia o desenho escuro dos sapatos, e ele viu seus pés desaparecendo, sumindo as pernas. Rápido, o nada subiu-lhe pelo corpo, tomou o peito aprumado, o emplumado chapéu. Então, como se ouvisse a chegada do sol, a moça escolheu uma linha clara. E foi passando-a devagar entre os fios, delicado traço de luz, que a manhã repetiu na linha do horizonte.
Marina Colassanti.
17 outubro 2011
Ayurveda na gravidez - workshop (30 de outubro)
A gravidez é um período propício para a mulher se fortalecer e estabelecer a sua expressão feminina da criação, intensificando a sua auto-percepção, através de eventuais novas escolhas e novos caminhos. A mãe durante a gestação é o universo do bebé - a sua casa, o seu lar, o seu mundo particular. Tudo o que a mãe come, bebe, tudo o que ela sente e pensa, tudo o que ela vê e faz, tem uma conexão directa com o seu bebé. Por esta razão o período gestacional pode e deve servir como incentivo para uma mudança profunda de hábitos que dizem respeito à mulher, ao filho que carrega e, enquanto tal, a todo o planeta.
Conteúdos programáticos
- Princípios da Ayurveda
- Conceito de gravidez: anatomia da concepção e desenvolvimento do embrião
- Garbhini paricharya:
. Alimentação consciente
. Rotinas Diárias
. Abordagem a práticas de yoga (mantra, pranayama, asana) para gestantes
. Harmonia mental
Destinatários: grávidas, mães, mulheres e todos os interessados na temática
Local: Sintra-Se (Av. Dr. Miguel Bombarda, 39, Sintra)
30 de outubro das 10h00 às 13h00
Contribuição: 25 €
Info. e inscrições: monicaaum@gmail.com/914323916
15 outubro 2011
Educação para o nascimento - próximo workshop
![]() |
| http://www.wildheartwisdom.com/mysteryofgaia.htm Roslyne Sophia Breillat © 2011 |
«Uma educação que começa antes do nascimento... Sim, porque a verdadeira educação de criança é, em primeiro lugar, subconsciente. Um filho é uma alma sobre a qual a mãe, que o traz no seu ventre, pode agir favoravelmente por intermédio dos seus pensamentos, dos seus sentimentos e do seu comportamento harmoniosos. Esta influência, que, em alguma medida, é de essência mágica, deve continuar a ser exercida sobre o bebé, por isso é necessário que os pais saibam até que ponto ele é sensível à atmosfera que o rodeia. Enfim, é através do seu exemplo que os pais e os pedagogos devem levar a efeito a sua tarefa de educadores.»
Omraam Milchaël Aivanhov em A Educação começa antes do Nascimento
É precisamente este o mote do próximo workshop no espaço Sintra-se...
A partir do momento em que um casal está pronto para ser escolhido, os momentos que antecedem a concepção, a gravidez e o parto constituem oportunidades de (re)descoberta, reveladoras do princípio feminino de criação. Fornecer informação esclarecedora sobre a concepção, a gravidez e parto, consciencializando a mulher para o momento sagrado do qual fará parte e desmecanizar o processo divino que é gerar um novo Ser, são alguns dos tópicos que farão parte deste encontro.
Aliar informações baseadas em evidências científicas a práticas holísticas provenientes da Ayurveda, permite à mulher determinar opções de forma consciente, possibilitando-lhe uma vivência mais saudável e harmoniosa, restituindo a convicção em si mesma e a sua capacidade de parir e criar o bebé.
23 de outubro, das 10h00 às 13h00 no Espaço Sintra-se - Rua Dr. Miguel Bombarda, 39 em Sintra.
12 outubro 2011
Ainda Maya Tiwari...
We are formed from Nature's memories and rhythms. To reclaim health and healing, we must strive to find our connection to her elements, seasons, and rhythms.
M. Tiwari em Women's power to heal
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